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O Lidl deu um passo em frente na Alemanha, ao criar um programa de controle de resíduos de pesticidas em alimentos frescos e passar a vender alimentos biológicos e de comércio justo. No entanto é necessário continuar e evoluir consistentemente e com os mesmos standards em toda a Europa, pedem as ONGs.
Numa carta aberta comum 18 organizações ambientais e de consumidores de 14 países na Europa estão a solicitar à cadeia de supermercados de desconto, Lidl, que reduza substancialmente a contaminação de pesticidas em frutas e vegetais vendidos pela empresa em todos os seus ramos Europeus e para começar a vender produtos biológicos e de comércio justo.
O Lidl revelou-se como sendo o pior entre as cadeias de supermercados líderes num teste de resíduos de pesticidas em fruta e vegetais levado a cabo pela Greenpeace na Alemanha nos finais de 2005. Em princípios deste ano o Lidl introduziu medidas para reduzir os resíduos de pesticidas em alimentos frescos vendidos na Alemanha. Instalou um sistema de controlo de qualidade alargado e um novo standard que irá limitar os resíduos de pesticidas nos produtos frescos a um terço dos limites máximos na Alemanha. O Lidl começou também a vender produtos biológicos e de comércio justo em todas as lojas na Alemanha. Além disso a empresa anunciou que irá vender alimentos certificados de um programa que também monitoriza resíduos de pesticidas. Também na Alemanha, no início de Outubro, o Lidl deu mais um passo em frente ao retirar uvas produzidas convencionalmente devido ao alto teor de resíduos de pesticidas que foram encontrados regularmente nesse produto.
“Até ao momento o programa de redução de pesticidas do Lidl parece estar limitado ao Lidl da Alemanha. Mas o teor de resíduos de pesticidas nos alimentos é muito elevado em toda a Europa e em Portugal também. Os consumidores portugueses precisam também de maior protecção e não deverá haver duas medidas” pede a Quercus. “Pedimos ao Lidl que venda alimentos livres de resíduos de pesticidas e para implementar pelos menos os mesmos standards e medidas que já introduziu na Alemanha”. A Quercus pede ao Lidl que inicie também a colocação de alimentos biológicos e de comércio justo nas suas lojas em Portugal. É por esta razão que o grupo de organizações não governamentais está a solicitar ao Lidl numa carta aberta que reduza os resíduos de pesticidas nos alimentos vendidos em toda a Europa usando os mesmos standards do Lidl na Alemanha”
A monitorização feita pela União Europeia mostra uma violação generalizada dos limites legais de pesticidas e igualmente uma contaminação generalizada por pesticidas em alimentos de origem vegetal em toda a Europa. Em resposta ao aumento da preocupação dos consumidores sobre os resíduos de pesticidas nos alimentos e os perigos que se colocam para a saúde pública, para os agricultores e o ambiente, várias cadeias de supermercados por toda a Europa estão já a implementar políticas de redução de resíduos e a aumentar a gama de produtos biológicos e de comércio justo nas suas prateleiras. Presentemente o Lidl opera supermercados em cerca de 21 países Europeus. “Acreditamos que este é um passo de avanço muito positivo e esperamos sinceramente que o Lidl não perca esta oportunidade para promover a redução do uso de pesticidas, no seio de toda a empresa. Igualmente desejamos que todas as restantes cadeias de supermercados se certifiquem e aos seus consumidores de que não põem à venda alimentos com resíduos de pesticidas.”
Conheça o conteúdo da carta efectuando o download do ficheiro ao lado.
Subscrevem esta carta as seguintes organizações:
QUERCUS ANCN
BBL
CEPTA - Centre for Sustainable Alternatives
Global 2000
Greenpeace Germany
Health and Environment Alliance
Inter-Environnement Wallonie
Legambiente
MDRGF
ECHo
PAN UK
PAN Europe
PAN Germany
PIN for Health (Partnership-Information–Networking)
Polish Ecological Club
SSL (Society for sustainable living)
Clean up Greece Environmental Organisation
WECF (Women in Europe for a Common Future)
Comunicados






